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A deslumbrante propriedade de Azamor tem uma beleza “selvagem” que raramente se encontra…

 

A VINHA

Após adquirir mais duas propriedades, Azamor tem agora um total de 260 hectares (650 acres), onde são plantados 25 hectares (65 acres) com vinha, 30 hectares (75 acres) com sobreiros e pinheiros, e 140 hectares (350 acres) recentemente modernizados com olivais de 50 anos de idade. De destacar ainda a criação de nossos belíssimos cavalos Lusitanos.

 

As vinhas de Azamor foram planeadas e plantadas nos anos 2001 e 2002 por Joaquim Luiz Gomes e Luís Elias Carvalho, um dos mais conhecidos viticultores portugueses. Composta por 27 hectares, a nossa vinha é uma das mais densas plantações do Alentejo. As vinhas estão situadas a 350m (1150 feet) acima do nível do mar, oferecendo uma vista deslumbrante.

 

Com uma orientação norte – sul, a densidade de plantação num compasso de 2,2m por 0,9m, contribuem para uma superfície foliar exposta por hectare três vezes superior à média nacional.

 

Com 6 Kms de drenagem instalados sobre as vinhas, estas crescem em solos de argila bem drenados com uma rocha - mãe da vinha “velha” de xisto que se encontra a cerca de 2 metros de profundidade e na vinha “nova” a cerca de 1-2 metros. São solos perfeitamente equilibrados, com um pH entre 7.5 e 6.5.

 

Existem quatro tipos de castas portuguesas plantadas - Touriga Nacional, Touriga Franca, Trincadeira e Alicante Bouschet - e quatro variedades internacionais - Syrah, Merlot e Petit Verdot. 

ADEGA

Não é por mero acaso que os vinhos Azamor têm mantido a sua qualidade ao longo das últimas doze colheitas. Com equipamento e técnicas modernas, o objetivo é que os vinhos Azamor reflitam as variedades das castas e consigam vinhos com um lote único.

 

Usando tecnologia moderna, as uvas são fermentadas lentamente, garantindo que todos os aromas sejam extraídos e o desenvolvimento de taninos seja suave. O mosto é frequentemente deixado em contacto com a película das próprias uvas de modo a aumentar a sua complexidade. As uvas são prensadas em cestos tradicionais, permitindo que o processo seja delicado, sendo que depois o vinho é transferido e armazenado em tanques de aço inoxidável ou em barricas de carvalho, dando lugar à fermentação secundária. O resultado são vinhos com um sabor redondo na boca.